FOCO NO INTESTINO: O SEGUNDO CÉREBRO

Conhecido como o segundo cérebro, o intestino deveria ser o centro de nossas atenções.

Nele existe toda uma rede de neurônios. Por sua vez, os neurônios são cheios de importantes neurotransmissores, onde é produzido 95% da serotonina (o hormônio da felicidade).

Sendo assim, o intestino e o cérebro estão conectados desde a concepção. Quando o feto começa a se desenvolver uma parte se converte em sistema nervoso central. Enquanto a outra dá origem ao sistema digestivo. Os dois sistemas estão conectados por meio do nervo vago. Dessa forma, o nervo vago é a principal via que as bactérias utilizam de nosso intestino para transmitir informação ao nosso cérebro (Figura 1). Assim, para se ter uma saúde excelente, é necessário focar no equilíbrio do nosso intestino.

Intestino nosso segundo cérebro
Fonte: Timothy G. Dinan et al, 2015.

A figura 1, mostra as múltiplas rotas bidirecionais de comunicação entre o cérebro e a microbiota intestinal.

ESSAS ROTAS ENTRE O CÉREBRO E O INTESTINO INCLUEM:

  • O nervo vago;
  • O eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA);
  • Citocinas produzidas pelo sistema imunológico;
  • O metabolismo do triptofano;
  • A produção de ácidos graxos de cadeia curta.

Pesquisas indicam que a composição da microbiota intestinal pode influenciar na saúde e bem-estar físico, bem como psicológico, tendo comprovação de tratamento com probióticos até mesmo em casos de doenças mentais graves e crônicas.

Sendo assim, quando você utiliza probióticos provenientes de uma fermentação, além dos próprios microrganismos, você se beneficia com as enzimas geradas nesse processo. Estas substâncias melhoram a digestão, assim também, teremos uma melhor evacuação.

Quando alimentamos nosso segundo cérebro dessa forma, estamos focando no fortalecimento do sistema digestivo que é responsável pela maioria das enfermidades que nos acometem.

Um intestino que funciona regularmente, todos os dias, com certeza é um dos principais fatores que nos ajuda a manter nosso segundo cérebro equilibrado.

Leia também: MAS AFINAL, O QUE É PROBIÓTICO?

➜CONHEÇA NOSSOS PRODUTOS

Referências:

Calum J. Walsh et al. Beneficial modulation of the gut microbiota. FEBS Letters (2014), V.588 (22), p.4120-4130.

Clara Seira Oriach et al. Food for thought: The role of nutrition in the microbiota-gutebrain axis. Clinical Nutrition Experimental 6 (2016) 25e38.

Kieran Rea, Timothy G. Dinan, John F. Cryan.The microbiome: A key regulator of stress and neuroinflammation. Neurobiology of Stress 4 (2016) 23e33.

Timothy G. Dinan et al. Collective unconscious: How gut microbes shape human behavior. Journal of Psychiatric Research 63 (2015) 1e9.

Deixe um comentário