PARAPROBIÓTICOS – JÁ OUVIU FALAR?

E os paraprobióticos? Aqui no blog já escrevemos bastante sobre prebióticos, probióticos e simbióticos.

Que tal falarmos um pouco sobre os paraprobióticos agora?

Vamos tentar entender juntos?

Então vamos nessa!

PROBIÓTICOS

Sabemos que para um microrganismo ser considerado probiótico, ele precisa atender alguns critérios. Tais como, quantidade mínima viável situada na faixa de 108 a 109 Unidade Formadoras de Colônia (UFC). Sendo aceito valores menores desde que se comprove a eficácia. Assim também, é necessário que este microrganismo resista à acidez gástrica e aos sais biliares e chegue aos intestinos do consumidor vivo.

Contudo, a literatura científica já tem descrito, que mesmo mortos, os probióticos têm potencial para causar efeitos benéficos à saúde.

Leia também: MAS AFINAL, O QUE É PROBIÓTICO?

PARAPROBIÓTICOS

O termo paraprobiótico foi proposto em 2011 por Valentina Taverniti e Simone Guglielmetti. Pesquisadoras italianas que conduziram uma revisão bibliográfica. O objetivo era fornecer uma visão geral da literatura científica referente a estudos nos quais células microbianas não viáveis ou frações de células microbianas brutas fossem investigadas como agentes auxiliares da saúde.

Em vários estudos, ficou claro como as bactérias probióticas que não conseguiram atingir os intestinos do consumidor vivas e que, portanto, não deveriam ter qualquer efeito, também promoveram um efeito saudável. Assim sendo, este fato colocou em pauta que até bactérias mortas ou fragmentos destas podem interagir com o hospedeiro auxiliando numa resposta saudável.

Em alguns documentos, esses tipos de produtos que contêm bactérias não viáveis, inativas ou mesmo chamadas de “fantasmas”, são também chamados de paraprobióticos.

Assim também, sabe-se que algumas estruturas da parede e da membrana que recobrem as bactérias e algumas de suas moléculas de superfície – receptores – podem exercer estas funções. Independente se a bactéria está viável ou não. Sendo assim fragmentos de bactérias podem ser eficazes também.

EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS DOS PARAPROBIÓTICOS

Um estudo publicado em 2016 por pesquisadores japoneses foi o primeiro a demonstrar que a ingestão contínua de células de Lactobacillus gasseri tratadas termicamente afetou positivamente a funcionalidade intestinal.

No entanto, muitos aspectos devem ser considerados. Por exemplo, deve haver um monitoramento cuidadoso dos efeitos que diferentes tipos de tratamentos de inativação têm na estrutura e componentes bacterianos e na manutenção das propriedades probióticas, quantitativa e qualitativamente.

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